O Governo de São Paulo assinou na quinta-feira (22) o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) do Novo Centro Administrativo, que vai reunir a sede do governo e secretarias estaduais no bairro dos Campos Elíseos, no Centro da capital. O investimento estimado é de R$ 6 bilhões, em uma concessão de 30 anos que inclui construção, operação e manutenção. O contrato foi publicado no Diário Oficial nesta sexta-feira (23), segundo a Revista Oeste e o Diário ESP.
A concessionária Novo Centro SP venceu o leilão feito na B3 em 26 de fevereiro, com desconto de 9,62% sobre a parcela mensal máxima de R$ 76,6 milhões que o Estado pagaria, o que leva o valor proposto a cerca de R$ 69,2 milhões por mês. O complexo prevê sete edifícios e dez torres, 25 mil metros quadrados para comércio e serviços, restauro de 17 imóveis tombados, um novo terminal de ônibus e ampliação de mais de 40% das áreas verdes do Parque Princesa Isabel. Cerca de 22 mil servidores, hoje espalhados por quase 40 endereços, devem ser transferidos. Entre os prédios históricos, o Palácio dos Campos Elíseos será restaurado e integrado ao complexo, segundo o g1.
Pelo cronograma divulgado, as primeiras entregas estão previstas para o quarto ano após a assinatura, e a conclusão das quadras, para o quinto. Segundo o g1, o governador Tarcísio de Freitas prometeu entregar o centro administrativo em 2030. A estimativa inicial do projeto era de cerca de R$ 4 bilhões; mudanças como o aumento de vagas de estacionamento elevaram o valor, e críticos apontam que mais vagas contrariam o objetivo de estimular o uso de transporte público pelos servidores, segundo o Diário ESP, que informou não ter tido resposta do governo sobre o aumento de custos.
Com informações de Revista Oeste, Diário ESP, Band e g1
Projeção: Divulgação/Governo de SP





