Ative as notificações

Metrovale Notícias

DÓLARR$ 5,47
▼ 0,48%
EUROR$ 6,17
▲ 0,28%
LIBRAR$ 7,38
▲ 0,24%
BITCOINR$ 453.125
▲ 0,56%
IBOVESPA165.529 pts
▲ 0,00%
IFIX3.525 pts
▲ 0,00%
NASDAQ25.372 pts
▲ 0,83%
DOWJONES51.787 pts
▼ 0,38%
CAC8.152 pts
▲ 1,64%
NIKKEI62.189 pts
▼ 1,42%
DÓLARR$ 5,47
▼ 0,48%
EUROR$ 6,17
▲ 0,28%
LIBRAR$ 7,38
▲ 0,24%
BITCOINR$ 453.125
▲ 0,56%
IBOVESPA165.529 pts
▲ 0,00%
IFIX3.525 pts
▲ 0,00%
NASDAQ25.372 pts
▲ 0,83%
DOWJONES51.787 pts
▼ 0,38%
CAC8.152 pts
▲ 1,64%
NIKKEI62.189 pts
▼ 1,42%

Em Brasil, Economia

Feijão-preto acumula alta de 91% em 2026 e atinge maior preço em dois anos, diz Cepea

Oferta restrita na entressafra e problemas nas lavouras do Paraná sustentam as cotações do grão.

Por: Metrovale NotíciasPublicação: 4 de novembro de 2026|Atualizado: 4 de novembro de 2026
Feijão-preto em travessa (imagem ilustrativa)

O preço do feijão-preto subiu 11,67% em outubro e chegou ao maior patamar nominal desde outubro de 2024, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Com isso, o grão acumula valorização de 91,29% em 2026 e de 78,18% em relação a outubro do ano passado. Foi o terceiro mês seguido de alta. Os valores se referem ao preço pago ao produtor e no atacado.

Entre 22 e 29 de outubro, todas as regiões acompanhadas tiveram aumento. O maior foi no oeste catarinense (5,87%), seguido de Curitiba (3,87%) e da metade sul do Paraná (3,86%). O feijão-carioca subiu de forma mais moderada: 1,59% na parcial de outubro e 37,44% no ano. Houve recuos pontuais em algumas praças, incluindo Itapeva (-0,79%), no interior paulista, por causa da umidade dos grãos recém-colhidos.

Segundo o Cepea, a oferta limitada na entressafra explica a alta. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que o plantio da primeira safra 2026/27 chegou a 25,1% da área prevista, abaixo da média histórica de 26,7%. No Paraná, o Departamento de Economia Rural (Deral) reduziu em 16% a área estimada, para 86,3 mil hectares, e projeta produção 10% menor, de 173,2 mil toneladas, com o excesso de chuvas afetando as lavouras. A tendência de curto prazo é de preços firmes para o feijão-preto.

Com informações de CNN Brasil

Imagem ilustrativa | Foto: Reprodução

Comentários:

Deixe uma resposta

Compartilhe: