Ative as notificações

Metrovale Notícias

DÓLARR$ 5,44
▲ 0,00%
EUROR$ 6,09
▲ 0,33%
LIBRAR$ 7,29
▲ 0,16%
BITCOINR$ 442.662
▲ 0,06%
IBOVESPA167.922 pts
▼ 0,75%
IFIX3.647 pts
▲ 0,40%
NASDAQ25.171 pts
▼ 1,05%
DOWJONES52.045 pts
▲ 0,53%
CAC8.048 pts
▲ 0,98%
NIKKEI63.082 pts
▼ 0,33%
DÓLARR$ 5,44
▲ 0,00%
EUROR$ 6,09
▲ 0,33%
LIBRAR$ 7,29
▲ 0,16%
BITCOINR$ 442.662
▲ 0,06%
IBOVESPA167.922 pts
▼ 0,75%
IFIX3.647 pts
▲ 0,40%
NASDAQ25.171 pts
▼ 1,05%
DOWJONES52.045 pts
▲ 0,53%
CAC8.048 pts
▲ 0,98%
NIKKEI63.082 pts
▼ 0,33%

Em Brasil, Política

Ex-agente do Mossad estava em van que cruzou a fronteira na noite da saída de Flávio, diz TV

Segundo o Fantástico, Menachem Booky Halevy passou para a Argentina minutos antes da van da família do senador; defesa diz que nada foi confirmado oficialmente

Por: Metrovale NotíciasPublicação: 2 de novembro de 2026|Atualizado: 2 de novembro de 2026
Senador Flávio Bolsonaro em close

Um homem apontado como ex-agente do Mossad, o serviço de inteligência de Israel, estava em uma van que cruzou a fronteira entre Brasil e Argentina minutos antes do veículo que teria levado o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a família a Puerto Iguazú, na noite de 27 de outubro. A informação é de reportagem do Fantástico, da TV Globo, exibida no domingo (1º), com base em documentos do sistema de imigração argentino e da investigação sobre a saída do senador do país. Segundo o programa, Menachem Booky Halevy entrou no Brasil em 19 de outubro pelo aeroporto de Guarulhos (SP).

De acordo com a reportagem, duas vans de uma empresa de turismo de Foz do Iguaçu atravessaram a fronteira naquela noite. No registro de uma delas constam a mulher e as filhas de Flávio, e o sistema argentino anotou três entradas do senador no mesmo veículo, às 22h37, 22h40 e 23h11, com passaporte italiano, carteira de motorista e passaporte brasileiro; só o registro com o documento italiano ficou válido. Na segunda van estavam o motorista, um advogado e Halevy. O motorista disse ter sido contratado para levar dois homens ao aeroporto de Puerto Iguazú e negou ter visto integrantes da família Bolsonaro. Outra linha de investigação da Polícia Federal apura se Flávio saiu de Brasília de manhã em um jato Cessna registrado em nome de empresa de parentes do advogado Willer Tomaz, com quem o senador está proibido de se comunicar por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A assessoria de Tomaz disse ao programa que é falsa a informação de que aviões ligados a ele ou à família foram usados.

Flávio não é foragido, e não há mandado de prisão contra ele; ele deixou o país sem entregar os passaportes, como Moraes tinha determinado. Em nota, o advogado do senador, Frederick Wassef, afirmou que nenhuma informação sobre a viagem é oficial ou foi confirmada, que Flávio não fugiu e que a apuração em curso envolve terceiros, sem provas ou indícios contra ele. A posição de Halevy não foi informada.

Com informações de Poder360 e do Fantástico

Foto: EFE/Isaac Fontana

Comentários:

Deixe uma resposta

Compartilhe: