A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,2% no trimestre de julho a setembro de 2026, o menor índice para esse período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, em 2012. O resultado foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (30). No trimestre anterior, de abril a junho, a taxa era de 5,4%; no mesmo período de 2025, de 5,6%.
O número de pessoas sem trabalho e em busca de emprego chegou a 5,6 milhões, 234 mil a menos que no segundo trimestre (queda de 4%) e 417 mil a menos que um ano antes (queda de 6,9%). Já a população ocupada somou 103,6 milhões de pessoas, a maior da série, com 581 mil a mais no trimestre e 1,2 milhão a mais em um ano. O nível de ocupação, que mede a parcela de pessoas trabalhando entre as que estão em idade de trabalhar, também foi recorde: 59%.
A informalidade atingiu 37,5% dos ocupados, o equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores, ante 37,4% no trimestre anterior e 37,8% um ano antes. O rendimento real habitual médio ficou em R$ 3.790, estável no trimestre e 3,6% maior que em 2025. A massa de rendimentos, soma do que recebem todos os trabalhadores, chegou a R$ 387,5 bilhões, valor mais alto da série.
Com informações da Agência Brasil e do IBGE
Foto: Imagem ilustrativa | Marcelo Camargo/Agência Brasil






