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Patrimônio do IPSM cai mais de 60% em oito anos em São José, aponta levantamento

Um levantamento divulgado pelo jornal O Vale mostra que o patrimônio do Instituto de Previdência do Servidor Municipal (IPSM) de São José dos Campos teve uma queda de mais de 60% entre 2017 e 2025. De acordo com os dados, que têm como base balancetes do próprio instituto, o valor corrigido passou de cerca de…

Por: Metrovale NotíciasPublicação: março 27, 2026|Atualizado: março 27, 2026

Um levantamento divulgado pelo jornal O Vale mostra que o patrimônio do Instituto de Previdência do Servidor Municipal (IPSM) de São José dos Campos teve uma queda de mais de 60% entre 2017 e 2025.

De acordo com os dados, que têm como base balancetes do próprio instituto, o valor corrigido passou de cerca de R$ 3,2 bilhões para R$ 1,2 bilhão ao longo do período.

A redução ocorre após mudanças na legislação municipal aprovadas em 2017, que alteraram a forma de cálculo dos aportes feitos pela Prefeitura ao sistema previdenciário.

Segundo o próprio IPSM, a regra passou a permitir o uso de parte dos rendimentos das aplicações do instituto para cobrir despesas, o que reduz a necessidade de repasses diretos do município, mas impacta o patrimônio ao longo do tempo.

Ainda conforme a reportagem, mais de R$ 1,7 bilhão em rendimentos teria sido utilizado para compensar valores que deixaram de ser repassados pela Prefeitura.

Dívida e parcelamentos

O levantamento também aponta que, a partir de 2021, o município deixou de realizar parte dos aportes de forma regular.

Entre 2021 e 2025, os valores não repassados somam centenas de milhões de reais, posteriormente negociados por meio de parcelamentos autorizados.

Prefeitura contesta leitura

Procurada, a Prefeitura afirma que o patrimônio não deve ser analisado de forma isolada.

Segundo o município, é necessário considerar também os valores a receber e a divisão entre fundos previdenciários, além do aumento das despesas com aposentadorias, que cresceram nos últimos anos.

Tema gera debate

A queda do patrimônio e o modelo adotado pela administração municipal têm gerado questionamentos e debate entre especialistas e representantes de servidores, principalmente sobre os impactos no longo prazo.

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