A Justiça de Taubaté julgou improcedente a ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público contra o ex-prefeito Roberto Peixoto, os três filhos dele e outros réus. O processo, aberto em 2014, apurava suspeitas de irregularidades na compra de combustíveis e de peças automotivas e em contratos de obras públicas da Prefeitura.
Na sentença, a juíza concluiu que não ficaram comprovados o desvio de dinheiro público, o enriquecimento ilícito nem a participação dos filhos na suposta ocultação de patrimônio. A decisão também manda liberar os bens que estavam bloqueados, depois do prazo para recurso ou nas condições fixadas pela Justiça. Por ser decisão de primeira instância, o Ministério Público ainda pode recorrer.
A sentença não muda a situação de Roberto Peixoto em outro processo. Ele foi condenado pela Justiça Federal a 10 anos e 6 meses de prisão por lavagem de dinheiro e, em outubro, conseguiu uma liminar para cumprir a pena em prisão domiciliar, depois que a defesa apresentou documentos sobre sequelas de um AVC.
Com informações do T7 News
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