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Coronel apagou mensagens no celular da esposa enquanto ela agonizava, aponta investigação

Registros analisados pela Polícia Técnico-Científica de São Paulo indicam que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, teria apagado mensagens do celular da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, de 32, enquanto ela ainda agonizava após ser baleada na cabeça. O oficial está preso e é investigado pela morte da companheira. De…

Por: Metrovale NotíciasPublicação: 27 de março de 2026|Atualizado: 23 de outubro de 2026

Registros analisados pela Polícia Técnico-Científica de São Paulo indicam que o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, teria apagado mensagens do celular da esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, de 32, enquanto ela ainda agonizava após ser baleada na cabeça.

O oficial está preso e é investigado pela morte da companheira.

De acordo com o inquérito, o disparo ocorreu por volta das 7h28 do dia 18 de fevereiro, conforme relato de vizinhos que ouviram o barulho e perceberam a reação dos cães no imóvel.

Pouco tempo depois, às 8h, o celular da vítima foi acessado pela última vez, segundo registros analisados pela perícia. A linha do tempo levantada pelos investigadores indica que, nesse intervalo, o aparelho teria sido manuseado antes do acionamento dos serviços de emergência.

O tenente-coronel tentou contato com a Polícia Militar entre 7h54 e 8h05 — as primeiras ligações não foram completadas. Às 8h05, ele também acionou o Corpo de Bombeiros e afirmou que a esposa teria cometido suicídio.

A investigação, no entanto, aponta inconsistências na versão apresentada. A análise cronológica dos dados reforça a suspeita de que mensagens foram apagadas do celular da vítima enquanto ela ainda estava com vida.

Segundo o inquérito, Gisele chegou a ser socorrida e encaminhada ao hospital, mas morreu às 12h04.

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